Apesar de oito países europeus possuírem um plano de acção exclusivo para a MGF e de outros onze a incluírem no plano de acção de violência contra as mulheres e/ou igualdade de género, as medidas tomadas pelos governos e os recursos disponibilizados não são, frequentemente, suficientes.
As leis de asilo europeias, que estão actualmente a ser revistas, devem reconhecer esta ameaça e permitir às vítimas de MGF o direito a requerer asilo no seu território.
“Ao juntar-se à comunidade internacional na adopção desta resolução a UE está a mostrar que está decidida. Isso deve traduzir-se nas acções tomadas, tanto a nível europeu como nacional. Também esperamos que a cooperação internacional continue, especialmente na Comissão sobre o Estatuto da mulher da ONU que terá lugar em Março de 2013”, acrescenta Christine Loudes.
Fonte: http://www.amnistia-internacional.pt
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